Português
  • Eventos
  • Ambiente
  • Informação Geográfica
  • Biblioteca Municipal
  • Protecção Civil
  • Centro de Congressos
  • Contratação Pública
  • RSS
  • Correio do Munícipe
  • PECA
  • Museus e Património Histórico
  • Mapa Interactivo
  • Teatro Aveirense
  • Canil Municipal
  • Boletim Diário da Qualidade do Ar

ok
EXPOSIÇÃO "BI AVEIRO" NO MUSEU DA CIDADE

A mostra patente no Museu da Cidade até ao dia 26 de Abril, é um reflexo da identidade de Aveiro, os documentos expressam bem essa perspectiva. Neste sentido, as peças seleccionadas prendem-se, em boa parte, com um cariz administrativo tendo subjacente a organização do território, a sua definição e valorização ao nível local e por reconhecimento de instâncias superiores. 

A mostra pode ser visitada de Terça a Domingo, das 10.00 às 12.30 horas e das 14.30 às 19.00 horas. Cada bilhete custa 1 euro, sendo de 0.0 para grupos em visita.

Estão presentes os documentos alusivos à administração local e aos vários papéis institucionais de Aveiro no quadrante da jurisdição política/civil e eclesiástica de que são exemplo a atribuição de estatuto de sede de Distrito e de Diocese. Acresce a esta identidade a instalação de várias instituições com domínios muito próprios conduzindo ao estabelecimento de relações institucionais, num sentido de articulação ou quase justaposição de poderes, mas que vêm reforçar a importância de Aveiro e a sua projecção. Os elementos de referência neste capítulo são o Mosteiro de Jesus, a Santa Casa da Misericórdia e, mais recentemente, a Universidade de Aveiro. 

Por fim, num espaço denominado por Memória Visíveis, a exposição invoca as vozes de Aveiro que tiveram reconhecimento público da sua acção e foram homenageados em monumentos escultóricos
  • José Estêvão;
  • Princesa Santa Joana;
  • João Afonso de Aveiro;
  • João Evangelista Lima Vidal;
  • Lourenço Peixinho;
  • Gustavo Ferreira Pinto Basto;
  • Álvaro Sampaio; José Rabumba;
  • Alberto Souto;
  • Jaime Magalhães Lima;
  • Manuel Firmino.

Partindo destes pressupostos, a exposição cumpre o princípio tridimensional da análise e construção histórica: o tempo, o espaço e a comunidade.

A recolha documental, que conta com o Comissariado Científico de Maria Helena da Cruz Coelho, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, e Maria José Azevedo Santos, Directora do Arquivo da Universidade de Coimbra, resulta na colaboração de um conjunto de instituições locais e nacionais
  • Arquivo Nacional da Torre do Tombo;
  • Instituto Geográfico Português;
  • Museu de Aveiro;
  • Arquivo e Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra;
  • Santa Casa da Misericórdia de Aveiro;
  • Diocese de Aveiro;
  • Arquivo Histórico Documental da Administração do Porto de Aveiro,
  • Universidade de Aveiro,
  • para além da Biblioteca Municipal e do Arquivo Histórico Municipal de Aveiro. 
A exposição permite, aliás, o conhecimento efectivo, real, de muitos documentos que sendo já amplamente referenciados por investigadores, em boa parte, devido à compilação efectuada, em 1959, sob coordenação de Rocha Madahil, não são do domínio público e/ou nunca foram vistos e expostos. 

Apresentando os originais destes documentos, o Museu da Cidade cumpre a sua missão social (pedagógica) de divulgação do conhecimento e de agente propiciador de fruição cultural e patrimonial. Não obstante, tendo em linha de conta a especificidade desses mesmos documentos, em termos de sensibilidade dos materiais de suporte à exposição pública, bem como do seu valor patrimonial e material, os quais exigem condições rigorosas de salvaguarda e protecção, as opções vão no sentido de conjugar uma mostra de curta duração dos originais com a adopção/recurso a reproduções. 

Neste sentido, o Museu cumpre a sua missão de salvaguarda e protecção associada à aplicação de um discurso museológico contemporâneo que tem implícito, de novo, uma perspectiva pedagógica. Por outras palavras, é possível mostrar, por curtos períodos de tempo, os originais em condições bem definidas e que não ponham em causa a sua integridade, mostra essa que se poderá prolongar durante todo o restante período em que a exposição estará patente ao público exibindo-os através réplicas/fac-símiles.

Para além de se tratar de uma medida preventiva e pedagógica, esta estratégia museológica visa, ainda, criar uma dinâmica constante na própria exposição, uma vez que a apresentação dos originais será efectuada de modo faseado ao longo do tempo, facto que se prevê que venha a contribuir, ainda, para uma renovação e diversificação do público.

11 e 26 de Abril | Arquivo Histórico Municipal

Documento 4

1759, Abril, 11

Carta de Elevação de Aveiro a Cidade outorgada pelo Rei D. José

Documento de suporte em pergaminho.
Dim. 330x410 mm.
AHMA, 1
Sem data
Documento 11

1808, Setembro,16

Carta de João Carlos Cardoso Verney
a D. Rodrigo de Sousa Coutinho, residente na corte, no Rio de Janeiro, a comunicar a abertura da Barra de Aveiro, no dia 3 de Abril de 1808. É realçado o impacto imediato da intervenção “fazendo já neste anno a felicid.e dos Povos desta Comarca, como fabrico do sal, e dobrada porção de lavoira, q. existia paralizada à m.tos annos pela estagnação das agoas q. cauzavão igualmente as moléstias epidémicas desta Cidade, q. já no presente Verão tem dezaparecido.”

Documento manuscrito de suporte em papel.
Dim. 210x340mm
AHDAPA – Biblioteca da APA – doc. n. n.
 
Documento 36

1824, Julho, 21

Licenças do carregamento de sal em embarcações
que fariam parte do livro de registo da Alfândega de Aveiro. O manuscrito, em papel selado [20 réis], corresponde ao fl. 24 e tem como título “termo de carga da rasca Senhora do Carmo. Mestre Francisco Pereira, Vezinho da Ericeira”.

Documento manuscrito de suporte em papel.
Dim. 200x300mm
AHDAPA – Bib D Pa 11-Sal


Entidades Financiadoras Créditos
Comentários e sugestões: webmaster@cm-aveiro.pt /\ Copyright © 2010 Câmara Municipal de Aveiro