1 – Localização
Freguesia: Vera – Cruz
Rua/Lugar: Zona da Forca – Vouga, na margem direita da Ribeira de Vilar
Local Original: Sim
2 – Identificação
Designação: Esculturas Cerâmicas
Data de colocação: Execução: Setembro de 1997;
Inauguração: 25 de Outubro de 1997
Efeméride: I.º Simpósio de Escultura em Barro Vermelho
3 – Promotor
Nome/Instituição: Câmara Municipal de Aveiro com a colaboração da Associação da Indústria de Cerâmica da Região de Aveiro
4 – Caracterização
Autor: Rui Matos; Susana Piteira; José Maria; Volker Schnüttgen; Luís Cruz
Oficina: Fábrica de Cerâmica de Vagos, Lda
Materiais: Barro Vermelho
5 – Descrição
Conjunto de cinco peças escultóricas (uma por cada escultor) em barro vermelho, dispersas num espaço verde denominado Jardim Imaginário. Junto a cada peça encontra-se uma placa cerâmica, assente em bloco de cimento, com inscrição identificativa do seu autor, local e data de execução (Setembro de 1997).
No extremo Noroeste da área verde, ao lado da primeira peça, pode ler-se uma placa alusiva ao conjunto escultórico, do mesmo material das várias placas identificativas, mas de maiores dimensões, com a seguinte inscrição:
“1.º Simpósio de Escultura em barro vermelho
Câmara Municipal de Aveiro em colaboração com a Associação da Indústria de Cerâmica da Região de Aveiro – CIBAVE
25 de Outubro de 1997”
6 – Historial
O Iº Simpósio de Escultura em Barro Vermelho resultou de uma acção concertada entre a Câmara Municipal de Aveiro e a CIBAVE (Associação da Indústria de Cerâmica da Região de Aveiro). Com este evento pretendeu-se sensibilizar a comunidade em geral e os jovens artistas locais, em particular, para as potencialidades de um material comum na Região de Aveiro – o barro vermelho.
Ao conjunto seria atribuído o nome de Jardim Imaginário, “uma vez que tem a ver com o facto de cada visitante poder criar a sua própria história, identificando e criando novas imagens para cada uma das cinco esculturas” (Diário de Aveiro, 27.10.1997). Para além de toda subjectividade inerente à criação artística, estas peças constituíram o primeiro exemplo de escultura, em barro vermelho, exposto ao ar livre, no nosso país.
O local eleito situa-se num vasto relvado inserido numa área urbana nascente da cidade de Aveiro (Forca – Vouga). Antes da sua escolha foram várias as fases experimentais no processo de selecção da criação das esculturas para avaliar “até que ponto a matéria do barro vermelho podia ser elevada à escala de uma peça de escultura em espaço aberto” (Diário de Aveiro, 27.10.1997).
7 – Bibliografia
Em homenagem ao barro vermelho. Jardim Imaginário inaugurado na Forca, Diário de Aveiro, 27 de outubro de 1997, p. 8.
v.v.a.a., “Jardim Imaginário” – intervenção no contexto urbanístico, Boletim Municipal Cultura e Património, Dezembro de 1997, pp.55 – 59.
Jardim Imaginário. (1997) [desdobrável de apresentação do 1º Simpósio de Barro Vermelho]